Terça, 11 Abril 2017 19:06

Procon de Garça apresenta balanço de atendimentos no mês de março

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A unidade do Procon de Garça apresentou o balanço de atendimentos do órgão relativo ao mês de março. No período, 547 demandas foram processadas pelo serviço local. Esse número representa um aumento de 43,6% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado, quando 381 atendimentos foram registrados.

Durante o mês de março, as “simples consultas” somaram 259 demandas. As “simples consultas” são as orientações oferecidas ao consumidor quando ele busca o auxílio do Procon para esclarecer alguma dúvida sobre contratos, compras, entre outros procedimentos. As orientações prestadas pela unidade podem esclarecer a dúvida do consumidor e até mesmo resolver o seu problema.

Em março, os procedimentos da Nota Fiscal Paulista totalizaram 125 atendimentos. Ainda no mês, foram verificados 67 atendimentos preliminares. Esse tipo de procedimento pode ser realizado através de uma ligação telefônica, quando o Procon intervém junto ao fornecedor para obter a resolução do problema do consumidor, em caso de se tratar de uma relação de consumo. Nesse tipo de atendimento, há o compromisso do fornecedor de resolver a questão.

Também foram registradas 37 emissões de Cips (Carta de Informações Preliminares). Essa carta é enviada ao fornecedor diante da necessidade de que ele se manifeste por escrito sobre algum pleito apresentado pelo consumidor — atendendo ou não a reclamação. No mês de março ocorreram sete procedimentos extra Procon (que não tem relação com assuntos sobre defesa do consumidor) e 38 Cips finalizadas com acordo.

Clodoaldo José de Oliveira, agente responsável pelo Procon em Garça, apontou que, durante o mês de março, os serviços essenciais ficaram na liderança dos atendimentos e consultas do órgão, com 130 procedimentos cadastrados. Depois apareceram os assuntos financeiros, com 99 demandas, seguidos dos serviços privados, com 74, e dos produtos, com 49 consultas.

O Procon de Garça iniciou suas operações em 2 de maio de 1996. O órgão tem como objetivo principal elaborar e executar a política de proteção e defesa dos consumidores, através do recebimento e processamento de reclamações administrativas, individuais e coletivas, contra fornecedores de bens ou serviços, orientação aos consumidores e fornecedores sobre direitos e obrigações nas relações de consumo, fiscalização do mercado consumidor para fazer cumprir as determinações da legislação de defesa do consumidor, entre outros procedimentos.