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Saúde - Terça-feira, 22 de Janeiro de 2019

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Risco de dengue aumenta com chuvas e calor


Risco de dengue aumenta com chuvas e calor

Sol, calor e chuvas passageiras: elementos típicos da estação mais quente do ano. Esse é o ambiente propício para a reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. A Secretaria Municipal de Saúde alerta a população de que o risco aumenta nos dias de altas temperaturas e chuvas fortes, pois as fêmeas do mosquito Aedes aegypti procuram locais quentes e úmidos para eclosão dos ovos.

Para evitar essa situação, é preciso adotar medidas permanentes para o controle do mosquito transmissor, ou seja, ações preventivas de eliminação de focos, como manter recipientes fechados com tampas e evitar vasilhas ou similares que retenham água. As equipes da Secretaria de Saúde estão fazendo diversas ações pela cidade, mas cada um deve ficar atento ao quintal da própria casa.

Normalmente, a primeira manifestação da dengue é a febre alta (39 a 40°C) de início abrupto, que geralmente dura de dois a sete dias, acompanhada de dor de cabeça, mialgia, artralgia, prostração, dor retro-orbital (olhos), erupções na pele. Falta de apetite, náuseas e vômitos também são comuns. Nessa fase inicial da doença, pode ser difícil diferenciá-la de outras doenças febris.

O tratamento deve ser principalmente a hidratação adequada. Devem ser levados em consideração os sinais e os sintomas apresentados pelo paciente para decidir condutas, bem como o reconhecimento precoce dos sinais de alarme, como dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sangramento de mucosa ou outra hemorragia, aumento progressivo do hematócrito, queda abrupta das plaquetas, entre outros.

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